Conectores, como assim?

por Val Hastings

Ainda novo como coach, conheci alguém que eventualmente me contratou para fazer um processo em sua empresa com 34 empregados, num período de 18 meses. Aquela experiência me lançou como coach em tempo integral. Entendi, com esse meu amigo, que um conector conhece muitas pessoas e pode naturalmente ajudar as coisas acontecerem.


Você pode descobrir um conector pelas palavras e expressão de alguém que conhece. Por exemplo, se estou numa prática ou workshop, muitas pessoas me perguntam sobre habilidades e das lições que ensino, enquanto isso, os conectores podem dizer algo como, “Isto seria ótimo na situação...” ou pedem para tomar um café em outro momento para conversarmos. É fácil visualizar as rodas girando enquanto essas pessoas estão ali sentadas, degustando cada palavra, e você pode sentir que seus pensamentos vão além e que a informação os afeta, assim como pode influenciar um grupo ou organizações que essas pessoas representam.


Essa coisa de conectores desafiou meus paradigmas onde a construção de um negócio devia ser um processo lento e cansativo para adicionar um cliente por vez. Mesmo assim, demorou tempo para eu descobrir que uma vez que a conexão inicial acontece através de pessoas influentes, é necessário manter o relacionamento enquanto outros novos também são cultivados.


Na gíria do marketing, isto é conhecido como pipeline ou funil; e para manter isso cheio significa que há necessidade de gerar um fluir contínuo com clientes em potencial. Assim, me asseguro de investir de 30 a 40% de meu tempo enchendo estes canais.


Como isto pode acontecer? Um exemplo é focalizar minha atenção aos e-mails e mensagens da mídia social, respondendo rapidamente para que as pessoas saibam que eu as ouvi e me interesso com elas. A forma de abordagem importa – a partir de um desejo genuíno de ajudar, diferente de apenas fazer negócio porque é necessário. “Como posso ajuda-lo?” ou “O que posso fazer para ajuda-lo?” são as perguntas que seguem minha conversa e mentalidade que apresento.


Quando iniciei na mídia social, tive que brigar com unhas e dentes pois relutava em desenvolver essa “arte”. Hoje entendo que é mais uma forma de conexão com novas pessoas, e vale muito o investimento de tempo.

Isto inclui escrever regularmente pequenos artigos como este que você está lendo. É uma oportunidade de apresentar minha expertise e dar às pessoas um tira gosto do que podem ganhar quando trabalham diretamente comigo. Mais importante, isto significa que você e eu podemos nos ver – mesmo que seja virtualmente – por alguns minutos, enquanto construímos esse relacionamento que iniciou quando você leu a primeira linha, ou desde que fomos apresentados.


Tenho muita sorte nas oportunidades de me encontrar com pessoas em tantos lugares, nos treinamentos ou quando em minhas palestras. No início de meu negócio me filiei à Câmara de Comércio e declarei minha disponibilidade como um palestrante de última hora, caso tivessem necessidade. Daí, sempre busquei estar preparado para tal momento.

Nas minhas apresentações quase sempre faço uma demonstração de coaching e, enquanto falo, deixo uma lista aberta para as pessoas interessadas se inscrevam e ganhem uma sessão pro bonocomigo. Ainda faço muitas palestras pois esta é uma grande oportunidade de estar diante das pessoas e, quem sabe, do meu próximo conector.


Para encher seu funil suas atividades podem ser diferentes das minhas. Uma coisa não deve mudar, sermos intencionais em proteger de 30 a 40% do tempo para isto. Quando iniciei meu coaching, preenchia cada espaço da agenda com clientes e não permitia espaços para que meu pipeline se mantivesse sempre cheio mas, precisei redesenhar meus horários.

Você pode evitar esses transtornos e se alinhar desde já, aproveite esses conhecimentos e experiência para gerar seus conectores.


Abs

Val Hastings


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